CLIPPING – Novembro Roxo: no mês da prematuridade psicóloga aborda sobre a rotina e receios dos pais de UTI

Ter um bebê internado em uma UTI Neonatal é uma experiência difícil para a maioria dos pais. Planos foram feitos durante a gestação e, em virtude disso, são vivenciados sentimentos que precisam ser trabalhados. De acordo com a psicóloga da Perinatal, Helena Aguiar, a internação de um filho prematuro requer um luto dos planos imaginados, para seguir, é preciso se conectar com a nova realidade.

Equipe médica da Perinatal comemora alta de paciente com prematuridade extrema

Nascido depois de apenas 23 semanas de gestação e com 550g, Tomás passou sete meses internado na UTI Neonatal antes de conhecer seu lar, onde hoje vive com a mãe, Mayza. Devido a significativa imaturidade de seus órgãos, a equipe médica o manteve em uma incubadora umidificada, dentro da qual sobreviveu com ajuda de monitores e respiradores microprocessados.

Cardiopatia congênita: um em cada 100 bebês nasce com problemas no coração

A malformação do coração é responsável por quase 40% dos óbitos por anomalia congênita em bebês com menos de um ano. No Brasil, a cardiopatia atinge um em cada 100 recém-nascidos. A cirurgia para correção é extremamente delicada e exige médicos altamente especializados e equipamentos de ponta, procedimento que ainda não é amplamente realizado no Brasil.

Cirurgia cardíaca em bebês. Da complexidade das intervenções ao contato com a família

A cardiopatia congênita pode ser detectada ainda no útero materno. O diagnóstico precoce oferece aos pais a oportunidade de compreender sobre a patologia e se preparar para uma possível cirurgia, caso seja necessário. De acordo com a Dra. Sandra Pereira, coordenadora de cirurgia cardíaca da Perinatal, existem mais de 40 tipos de malformações no coração, e o trabalho de uma equipe médica, começa muito antes de uma intervenção propriamente dita.

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