CLIPPING – Novembro Roxo: no mês da prematuridade psicóloga aborda sobre a rotina e receios dos pais de UTI

Ter um bebê internado em uma UTI Neonatal é uma experiência difícil para a maioria dos pais. Planos foram feitos durante a gestação e, em virtude disso, são vivenciados sentimentos que precisam ser trabalhados. De acordo com a psicóloga da Perinatal, Helena Aguiar, a internação de um filho prematuro requer um luto dos planos imaginados, para seguir, é preciso se conectar com a nova realidade.

No mês da prematuridade, a Dra. Ângela Azevedo Ferreira, conta sobre seu recente caso de sucesso

Depois de três perdas gestacionais, Mayza Carla Devens, de 33 anos, iniciou um acompanhamento ginecológico para investigar possíveis causas da dificuldade de manter as gestações até o fim. Em sua rotina não haviam alterações e, sendo assim, foi iniciado previamente o uso de ácido fólico. Logo em seguida Mayza engravidou.

Equipe médica da Perinatal comemora alta de paciente com prematuridade extrema

Nascido depois de apenas 23 semanas de gestação e com 550g, Tomás passou sete meses internado na UTI Neonatal antes de conhecer seu lar, onde hoje vive com a mãe, Mayza. Devido a significativa imaturidade de seus órgãos, a equipe médica o manteve em uma incubadora umidificada, dentro da qual sobreviveu com ajuda de monitores e respiradores microprocessados.

Cardiopatia congênita: um em cada 100 bebês nasce com problemas no coração

A malformação do coração é responsável por quase 40% dos óbitos por anomalia congênita em bebês com menos de um ano. No Brasil, a cardiopatia atinge um em cada 100 recém-nascidos. A cirurgia para correção é extremamente delicada e exige médicos altamente especializados e equipamentos de ponta, procedimento que ainda não é amplamente realizado no Brasil.

Cirurgia cardíaca em bebês. Da complexidade das intervenções ao contato com a família

A cardiopatia congênita pode ser detectada ainda no útero materno. O diagnóstico precoce oferece aos pais a oportunidade de compreender sobre a patologia e se preparar para uma possível cirurgia, caso seja necessário. De acordo com a Dra. Sandra Pereira, coordenadora de cirurgia cardíaca da Perinatal, existem mais de 40 tipos de malformações no coração, e o trabalho de uma equipe médica, começa muito antes de uma intervenção propriamente dita.

O PAPEL DAS ENFERMEIRAS OBSTÉTRICAS NO TRABALHO DE PARTO

Presença fundamental na assistência ao parto, as enfermeiras obstétricas atuam oferecendo suporte às gestantes durante todo tempo. Elas também são, e foram, parte importante na propagação do termo “parto humanizado”, que, de acordo com a Amanda Corrêa, enfermeira obstétrica da Perinatal, nada mais é que o respeito pelo momento da mulher e a sua individualidade.... Continuar Lendo →

ECLÂMPSIA: UMA DAS PRIMEIRAS PACIENTES DA UTI MATERNO-FETAL CHEGOU À MATERNIDADE EM ESTADO GRAVÍSSIMO

“Era minha primeira gravidez, estava com 29 semanas. Comecei a me sentir mal de madrugada, desmaiei e fui levada às pressas para a Perinatal. Era eclâmpsia”, relembra Débora Gerchenzon sobre o episódio ocorrido há 18 anos. Débora foi uma das primeiras pacientes da UTI Materno-Fetal e chegou ao hospital somente após convulsionar três vezes.

Cirurgia pré-natal dá 50% de sobrevida a bebês acometidos pela hérnia diafragmática congênita

Causada por fatores desconhecidos pela comunidade médica, a hérnia diafragmática congênita se forma no período próximo à oitava semana de gestação, durante a constituição do diafragma. Na HDC ocorre um erro de sinalização celular que resulta no não fechamento dos canais pericárdio-peritoneais, com consequente passagem de órgãos abdominais para o interior da cavidade torácica.

Acima ↑

Crie um novo site no WordPress.com
Comece agora